quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Naquela noite...

eu me deitei em minha cama e mergulhei meus pensamentos naquele mundo perfeito e indestrutível que existia na minha mente, o mundo em que só eu possa tirar e colocar, em que eu possa ser feliz, o mundo em que eu possa me deitar em uma nuvem e respirar bem fundo, sentindo um ar puro e fresco, e quando de cima da nuvem eu olhasse para baixo, vice um mundo limpo, e lindo, sem inveja, sem arrogância, sem preconceitos. O mundo em que ninguém é tratado como um monstro, que não existem pessoas mais bonitas ou pessoas mais feias, e sim pessoas, com a fisionomia diferente, e cada qual feliz com a sua . Mas acabei acordando, com tantas preocupações e com tanta coisa ruim no mundo, quem tem tempo pra fantasiar e sonhar pela felicidade da própria história? Eu estava caindo, e, dessa vez, não esperava que alguém fosse me salvar. Queria sentir a dor física atravessar todo o meu corpo para que eu finalmente pudesse expressar minha dor e encontrar pelo menos um olhar de compreensão. Ao pensar nisso, comecei a sorrir. Eu sempre fui uma otimista, até quando já estava tudo perdido.
Minha Autoria.

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